Microscopia do vacúolo vegetal
As células vegetais apresentam
forma retangular bem definida, delimitadas por uma parede celular rígida.
Observa-se um grande
vacúolo central, corado pelo vermelho neutro, ocupando a maior
parte do volume celular. O citoplasma encontrava-se comprimido contra a parede
celular e o núcleo apresentava uma posição
periférica. Esta disposição explica-se pela elevada dimensão do
vacúolo, que ao acumular água por osmose exerce pressão (pressão de
turgescência), empurrando o citoplasma e o núcleo para a periferia da célula.
Com a solução de NACL observou-se retração do conteúdo
celular, fenómeno designado por plasmólise.
A membrana plasmática destacou-se parcialmente da parede celular devido à saída
de água por osmose para o meio externo hipertónico. O vacúolo diminuiu de
volume e a célula perdeu turgescência. Este resultado demonstra a influência da
concentração do meio externo no equilíbrio osmótico celular.
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O vacúolo
desempenha funções essenciais de armazenamento de água e solutos, manutenção da
pressão osmótica e regulação do equilíbrio hídrico da célula.
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A posição periférica do núcleo nas células da
epiderme da cebola deve-se à presença de um vacúolo central volumoso, característico
das células eucarióticas vegetais.
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O vacúolo é maior nas células vegetais porque
contribui para a sustentação estrutural da planta através da turgescência,
permitindo manter a rigidez dos tecidos sem necessidade de um esqueleto
interno.
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A salinidade do meio influencia diretamente a
sobrevivência celular, estando associada, em Ecologia, ao conceito de fator abiótico limitante,
que condiciona a distribuição e sobrevivência das espécies.









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